29 de jun de 2011

UMA FAMILIA COMO TODAS?


Na maioria das vezes, as crianças são conhecidas por serem filhas de quem são; poucas vezes, os pais são conhecidos por causa de seus filhos. Este é o caso de Elcana e Ana.
Esse casal não fez nada de extraordinário, a não ser criar Samuel. Eles nem foram os primeiros nem os últimos a ter filhos depois de um prolongado período de ansiedade e oração. Não fosse por esse filho, esses dois – por mais fiéis que tivessem sido ao Senhor – provavelmente terminariam em obscuridade, conhecidos só por Deus e pelos anjos.
Mas o filho notável, Samuel, fez com que memória de Elcana e Ana fosse preservada nas Escrituras Sagradas, e então, esse casal, embora morto, ainda nos fala hoje.
Elcana (Que Deus criou) era um levita (I Cr. 6:16-23) pertencente a uma das famílias mais ilustres de sacerdotes. Vivia nas terras de Efraim (I Sm. 1:1).
Ele se casou com Ana (Graciosa). É possível era um bom marido, pois amava a esposa. Porém, alguns fatos no casamento deles não são muito agradáveis. Até poderíamos dizer que certas atitudes não eram corretas, como também não são corretas em nossos dias.
O nome de Ana é mencionado em primeiro lugar, indicando que ela era a primeira esposa e que, mais tarde, foi incluída outra mulher, Penina (Coral), na família provavelmente devido a sua esterilidade fazendo de Ana uma mulher sofredora que enfrentava circunstâncias complicadas.
Ana não foi abençoada com um casamento feliz, nem com a família pela qual ela tanto esperava, ter muitos filhos e isso era motivo de choro, desavenças e tristeza.
Também Ana era maltratada pela outra mulher de seu marido – Ofensas, palavras ásperas eram dirigidas à delicada Ana. Penina, a segunda mulher de Elcana, rival de Ana, aproveitava a infertilidade de Ana para proferir palavras duras e provocar sua ira.
Essa família constituída por um homem e duas mulheres não era incomum naquela época. Porém, incomum era que ele já não tivesse determinado que Ana fosse embora, porque não lhe havia dado filhos. Penina lhe deu muitos filhos. Ana não tinha nenhum. Aos olhos daquela época, havia falhado em seu objetivo de vida. Em outras palavras, ela não tinha razão de viver.
O objetivo maior das mulheres da época era gerar filhos, e o maior número possível deles. Essa era a maneira que assegurava a existência da família, por mais que houvesse um elevado índice de óbitos de crianças. Para a sociedade da época, uma mulher que não tivesse filhos era considerada fracassada, um peso morto para a sociedade.
Porém, a Bíblia enfatiza que Elcana amava Ana, embora não lhe tivesse dado filhos. Esse era um dos motivos pelos quais Penina ficava mais agressiva com Ana. Como ela era fértil, presenteava Elcana com um filho atrás do outro, mas a mulher amada era Ana.
Notemos a situação de Elcana: As duas mulheres eram infelizes. Primeiro, a mulher que ele amava, pelo fato de não ter filhos, era muito infeliz. Penina tinha muitos filhos, mas não se sentia amada. O clima desse lar era cheio de confusões.
A vida de Ana era repleta de problemas, mas também de fervorosa adoração e comunhão com Deus. Qualquer pessoa em seu lugar teria entrado em profunda depressão. Ela poderia estar triste, mas sua fé era forte quando se ajoelhava e se entregava em oração. Cada ano, Ana caminhava ao lado do marido até a Casa do Senhor para adorá-Lo e oferecer sacrifício a Deus.
Essa ação de devoção e amor a Deus era uma prova de que ela encontrava conforto e a certeza de que um dia Deus atenderia seu pedido.
Quão importante e benéfica é a adoração e também a comunhão com Deus! Vejamos algumas razões importantes para o fortalecimento e crescimento espiritual.
– Adoração é comunhão com Deus – Não sabemos se Ana confidenciava seus problemas pessoais com Elcana, nem se ela contava para o esposo as palavras duras que recebia de Penina. Mas, uma certeza temos: Ela levava seus problemas diários ao altar do Senhor através da oração e súplica, clamando a Deus por misericórdia, amor, compaixão e bondade.
– Adoração é um passo importante para se ter sabedoria – Como é possível, hoje, enfrentar os conflitos familiares? Só existe uma saída: Pedir a Deus sabedoria. Adorar o único Deus criador do Universo. Só Ele é capaz de nos mostrar o melhor caminho a seguir.
– Comunhão e adoração é algo do íntimo – Não é complicado ser fiel nas ofertas, nos dízimos, ir a todos os cultos da igreja. Porém, a verdadeira adoração e comunhão vem do interior. É você e Deus na solidão da alma. É quando você consegue extravasar seus sentimentos, sem constrangimento algum. É sentir a presença de Deus e ter certeza que Ele pode fazer a diferença em sua vida.
Não existe possibilidade de se ter uma vida espiritual saudável, sem ter alguns momentos com Deus de intimidade no qual se possa falar com Ele e ter a certeza que Ele está ouvindo. Nesse instante, você sente paz, segurança e conforto.
– Adoração e comunhão promovem a paz – Conhecer a imensidão do amor de Deus é abrir o coração como se Ele estives-se bem próximo de você. É ter a certeza que Ele tem empatia para com suas lutas e dificuldades.
Quer ter paz interior e fortalecimento espiritual? Não existe alternativa a não ser tirar um tempo a sós com Deus.
Esses momentos de comunhão entre nós e Deus devem se tornar um hábito agradável. Precisamos submeter a Ele nossos planos, nossas metas, nossos alvos. Esta é a única fórmula para encontrar a paz, porque a vida com Cristo é uma vida de descanso.
Enquanto sofria pelo fato de não ser mãe, Ana se apoderava do maior poder disponível aos seres humanos: a oração. Ela descobriu que sua fé era forte o suficiente para se manter consciente de tudo o que estava ocorrendo e alimentava a esperança de concretizar seu sonho.
É bom lembrar sempre:
A comunhão com Deus e a adoração de um dia não serão suficientes para o dia seguinte, pois Satanás constantemente muda suas táticas.
Cada dia, ele coloca à nossa frente circunstâncias diferentes, e somente pela força adquirida de Deus poderemos vencer.
Se você estiver, sofrendo adore a Deus.
Se estiver sentindo solidão, adore a Deus.
Quando estiver ansioso(a), adore a Deus.
Quando for criticado(a), adore a Deus.
Quando tudo estiver contra você, adore a Deus.
Lembre-se de que você não tem um grande problema, mas tem um grande Deus.
Viagem ao templo
A Bíblia relata que, cada vez, Elcana, Ana e Penina e seus filhos iam ao templo, Elcana oferecia sacrifícios. Ele dava uma parte para Penina e outra para todos os seus filhos e filhas.
Mas para Ana ele dava duas vezes mais. Elcana amava muito Ana. No caminho, e mesmo no período em que ficavam no templo, Penina insultava muito Ana. Por esta razão, ela chorava muito. Um dia, seu marido disse: “Ana, por que está chorando? Por que não come? Por que está triste? Por acaso, eu não sou melhor para você do que dez filhos?”
É verdade que o desejo de Ana ter um filho era um assunto muito importante e pessoal na sua vida. Um bebê traria alegria ao seu coração, iluminaria sua vida e silenciaria as críticas. Porém, enquanto o tempo predeterminado e perfeito de Deus não chegava, os anseios e aspirações de Ana iam se transformando, ela buscava a vontade de Deus, cada vez mais.
O tempo que Ana desejou ter um filho foi suficiente para que Deus trabalhasse nela o desejo de algo mais precioso do que simplesmente ter um filho só para si. Ela passou a desejar ter um filho para o Senhor!
Certa vez, a família estava em Siló e todos tinham acabado de comer. Eli, o sacerdote, estava sentado numa cadeira, à porta da tenda sagrada. Ali, Ana se levantou aflita e, chorando muito, orou a Deus, o Senhor, e fez esta promessa: “Ó Senhor Todo-poderoso, olha para mim, Tua serva! Vê a minha aflição e lembra de mim! Não esqueças a Tua serva! Se Tu me deres um filho, prometo que o dedicarei a Ti por toda a vida e que nunca ele cortará o cabelo” (1Sm 1:11).
Por um longo período, Ana continuou orando ao Senhor. Eli começou a prestar atenção a ela e notou que seus lábios se moviam, porém não se ouvia nenhum som. Eli pensou que ela estivesse bêbada e disse: “Até quando você vai ficar embriagada?” Respondeu ela: “Senhor, eu não estou bêbada. Estou desesperada e estava orando, contando a minha aflição ao Senhor. Eu sou muito infeliz e sofredora.” Eli lhe disse: “Vá em paz. Que o Deus de Israel lhe conceda o que você pediu” (1Sm 1:17).
Que o senhor sempre pense bem de mim!” falou Ana. E saiu. Alimentou-se e já não mais estava triste. O que provocou essa mudança radical em suas emoções? Foi a certeza de que seu pedido iria se tornar realidade. Esse marco foi o fim da tristeza de Ana e o começo da alegria, provando sua grande fé. Nada havia mudado, mas ela creu que muito em breve teria em seus braços um filho.
Ana amava Deus e era completamente dedicada a Ele. Ainda assim, foi mal compreendida e falsamente acusada. Contudo, por sua maneira de reagir se percebe que sua vida era permeada das suaves virtudes da graça e da benevolência, a despeito das circunstâncias difíceis que ela vivia. Observe a reação de Ana diante das palavras de Eli: Ela não retrucou, nem ficou na defensiva. Apenas explicou educadamente sua condição. Em outras palavras, foi cortês e usou de sabedoria.
Eis algumas regras pelas quais Deus nos exorta a falar com sabedoria:
Fale com sabedoria e bondade (Pv 31:26).
Pense antes de falar (Pv 15:28).
Aprenda a falar com brandura (Pv 15:1).
Fale palavras meigas (Pv 16:21).
Instrua ao falar (Pv 16:23).
Modere suas palavras (Pv 10:19).
Na manhã seguinte, Elcana e a sua família se levantaram cedo e adoraram a Deus. Então, voltaram para casa em Ramá.
Elcana teve relações com sua esposa Ana, e o Senhor respondeu às orações dela.
Ana ficou grávida e, no tempo certo, deu à luz um filho. Deu-lhe o nome de Samuel (aquele a quem Deus ouve) e explicou: eu pedi esse filho a Deus. Ana recebeu um precioso presente.
Os filhos são entregues aos pais como precioso depósito, o qual Deus um dia requererá de suas mãos”.
Nasceu um bebê! Não era um nascimento comum. Era o bebê de Ana, a mulher que fora estéril por tanto tempo! Havia um trabalho para ela fazer e devia fazê-lo depressa.
O coração da mãe encheu-se de alegria e louvor, e ela almejava extravasar sua gratidão a Deus. Samuel ia crescendo, e tornava-se agradável tanto para o Senhor, como para com os homens.
Ana teria apenas alguns anos para educar seu filho para Deus, pois, afinal, além de o pequeno Samuel ter sido “pedido a Deus” (significado do seu nome) e concedido por Deus, ele também havia sido prometido a Deus e deveria ser entregue a Ele.
Jamais Ana se esqueceria de quem lhe dera aquele precioso bebê: Deus, o Criador da vida, ouvira suas orações e respondera presenteando-a com um filho. Samuel sempre lembraria a misericórdia de Deus para com a sua piedosa e fervorosa mãe e para com todos os que invocam Seu santo nome.
Quanto tempo Ana teve para dedicar amor ao pequeno Samuel e incutir nele as verdades de Deus? Somente dois ou três breves anos até ele ser desmamado.
Assim como Ana orou para ter um filho, quantas e quantas orações foram elevadas ao Céu suplicando sabedoria para educar Samuel. Este é o grande poder que as mães têm nas mãos. Basta usá-lo.
Uma pergunta muito importante neste ponto da história de Elcana e Ana seria: Como uma mãe, do tempo de Ana ou dos dias atuais, cria um filho para Deus?
Vamos encontrar a resposta na Bíblia Sagrada:
1- Ame a Deus de todo o seu coração - (Dt 6:5) Para educar um filho para Deus você (mãe, avó, tia, educadora, babá) precisa amar a Deus sobre todas as coisas. Você só pode transmitir aquilo que possui.
2- Ensine a Palavra de Deus - (Dt 6:7) A Palavra de Deus ensina, repreende, orienta e educa seu filho à medida que ele cresce. Coloque como prioridade o culto familiar todos os dias (2 Tm 3:16).
Procure a melhor maneira de educar seu filho para Deus
1- - Leve seu filho a Cristo o mais cedo possível.
2- - Eduque-o na Palavra de Deus. Os filhos devem ter padrões bíblicos e não apenas padrões morais.
3- - Seja um exemplo fiel. Viva suas convicções 24 horas por dia, não apenas em palavra, mas através do seu exemplo.
4- -Ore sem cessar. Cerque seu filho numa atmosfera de oração.
5- - Crie um ambiente familiar positivo, construtivo e passe tempo com seus filhos. É importante a qualidade do tempo, mas a quantidade também é importante.
6- - Procure criar entre você e seus filhos um elo de amor, amizade e companheirismo.
Tenha regras objetivas, claras e bem definidas em seu lar.
- Quando disciplinar faça-o com amor.
- Confie em Deus e peça a unção do Espírito Santo para obter sabedoria.
- Lembre-se de que Deus completa o incompleto que existe nos pais sinceros de coração.
Ana e Elcana cumprem o voto
Ana nunca esqueceu de que seu filho Samuel devia ser entregue ao sumo sacerdote de Deus para servir ao Senhor todos os dias de sua vida.
Quando o casal se aproximou da Casa do Senhor com o filho e o sacrifício necessário para o comprimento do voto, Ana sabia que estaria entregando a Deus o maior sacrifício pessoal de todos: a fonte de sua suprema alegria. Entregava a Deus o seu bem mais precioso e valioso. Seu único filho.
Expressões de exultação e glória brotaram do coração agradecido de Ana quando declarou solenemente: “O meu coração se regozija no Senhor, a minha força está exaltada no Senhor” (1Sm 2:1). O coração de Ana concentrava-se em Deus.
Suas palavras não causaram surpresa alguma, naquele momento difícil. As palavras proferidas por ela vieram de um coração sincero. Essas palavras ficaram registradas na Bíblia para que homens e mulheres de todas as épocas pudessem receber conforto em seus momentos difíceis.
Pare, pense: O que você pode oferecer a Deus que seja valioso? - Seus filhos? Deus deu o Seu único Filho (Jo 3:16), e Ana também fez o mesmo. Você deu seus filhos a Deus para que Ele possa usá-los como Lhe aprouver e em qualquer lugar para o Seu serviço e Seus propósitos? Seu amor? Você tem demonstrado amor a Deus, amando seus familiares, amigos, inimigos e mesmo os menos favorecidos? Quantas vezes um pobre se aproxima pedindo ajuda e você se afasta? Lembra-se do que diz a Bíblia? “Tive fome e Me destes e comer”.
Sua obediência? O próprio Samuel disse, algum tempo depois: “Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à Sua palavra? Eis que o obedecer é melhor que sacrificar” (1Sm 15:22). Que tipo de obediência Deus está nos pedindo?
Seu tempo? Tempo perdido é tempo subtraído de Deus. Cada minuto é valioso. O que temos feito do nosso tempo? Será que dedico algumas horas do dia para estudar a Bíblia, orar, servir ao meu próximo, levar palavras de conforto para quem esteja sofrendo? O que você tem feito do seu tempo? Pense, reavalie suas prioridades.
Seu dinheiro? Quando o rei Davi depositou sua oferta no altar ao Senhor, abriu seu coração a Deus: “Não oferecerei ao Senhor, meu Deus, holocaustos que não custem nada” (2Sm 24:24). Dádivas de amor custam muito.
Você mesmo? Ana deu seu único filho, mas antes desta dádiva, Ana deu a si mesma a Deus, porque do contrário ela não teria feito a promessa e nem teria cumprido seu voto. E você, já fez sua entrega completa a Deus?
Logo que Ana entregou Samuel ao sacerdote Eli, ela proferiu uma das orações mais lindas na Bíblia. Está registrada em 1Sm 2:1-10.
Apenas destacando alguns pontos:
Salvação em Deus: Eu me alegro na Tua salvação (v.1).
Santidade de Deus: Não há santo como o Senhor (v.2).
Força de Deus: Rocha não há, nenhuma, como nosso Deus (v.2).
Sabedoria de Deus: O Senhor é o Deus da sabedoria (v.3).
Poder de Deus: Só Deus tem o poder de dar força aos fracos, alimentar os famintos, transformar as estéreis em férteis, ressuscitar os mortos, curar os enfermos, tornar ricos os pobres, e fazer com que os humildes sejam exaltados (v 4-8).
Julgamento de Deus: Os que contendem com o Senhor são quebrantados (v.10).
Que fantástica a oração proferida por Ana! Vale a pena meditar nos atributos de Deus em todos os momentos, quer sejam bons ou maus.
Ninho vazio
Como uma pessoa que ama a Deus e a família preenche os dias quando ninho fica vazio?
Ana não se entregou à tristeza, lamúria e choro de muita saudade de seu filho. Ela continuou amando seu filho a distância. A Bíblia relata que todos os anos, ela fazia uma túnica pequena e levava para Samuel.
Creio que, assim como Ana orava para ter esse filho agora ela orava cada vez que tecia as roupas para Samuel. O maior investimento que vocês como pai e mãe podem fazer pelos filhos distantes é a oração. Vocês não têm como controlar todos os seus passos, não têm como protegê-lo de todos os perigos, mas podem constantemente elevar aos Céu uma prece pedindo que Deus o proteja e que os seus ensinamentos possam ser vividos pelo seu filho onde ele estiver.
Ajudem seus filhos hoje, todos os dias, com suas orações e com seu amor. A fidelidade dessa dedicação representa um investimento de suma importância, para a próxima geração.
Samuel foi um grande líder, Ana foi mãe de mais três filhos e duas filhas.
Samuel cresceu e tornou-se o último juiz de Israel, excelente e talentoso profeta, aquele que ungiu os dois primeiros reis de Israel. Samuel foi um líder espiritual de grande importância que levou a nação a voltar-se para o Senhor. Seus pais tiveram seu papel nesse despertar espiritual quando confiou em Deus deixando um exemplo de devoção determinada em sua maternidade. Ela foi agraciada com mais três filhos e duas filhas.
Lições importantes daquela família Ana para nós hoje:
1- Enfrentar as angústias aos “pés” do Senhor. Você é perseverante?
2- Levar todos os problemas a Deus. Você leva seus problemas para quem?
3- Suplicar ao Senhor. Você conhece a importância de uma súplica sincera feita através da oração?
4- Entender que os filhos são dádiva do Senhor. Esse fato tem influenciado seu modo de educá-los?
5- Considerar a importância de educar um filho para Deus. Você pede a Deus sabedoria para ensinar seus filhos e educá-los para que sirvam a Deus?


Nenhum comentário:

Postar um comentário